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SÉRIE SOBRE

OS ATRIBUTOS DE DEUS

 

 

 

 

 

 

 

  

 


L. B - LIVRO DE GÊNESIS
L. B - LIVRO DE GÊNESIS

O COMEÇO DE TUDO

 

1. CONTEXTO HISTÓRICO E AUTORIA

<> Autor: Tradicionalmente, Moisés é considerado o autor de Gênesis, assim como dos outros quatro livros que compõem o Pentateuco (Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio). Ele teria recebido as informações através da tradição oral, registros históricos existentes e, principalmente, por revelação divina.

<> Data: Acredita-se que Moisés escreveu Gênesis entre 1446 e 1406 a.C., durante a peregrinação do povo de Israel pelo deserto.

<> Contexto: O livro foi escrito para instruir o povo de Israel sobre suas origens, sua aliança com Deus e os fundamentos de sua fé, antes de entrarem na Terra Prometida. Lembrando que o livro fornece a base para a compreensão de como a humanidade se afastou de Deus através do pecado e como Ele começou a redimir o mundo através de alianças com indivíduos como Noé, Abraão, Isaque e Jacó.

 

2. TEMAS PRINCIPAIS 

Soberania de Deus: A soberania de Deus é um dos pilares centrais do livro de Gênesis. Desde o primeiro versículo, vemos Deus como Criador absoluto, que traz a existência do nada (ex nihilo) tudo o que existe. Ele demonstra controle e autoridade sobre todas as coisas – desde o cosmos até as minúcias da vida humana. O ato de Deus falar e criar ("E disse Deus: Haja luz") evidencia sua capacidade de agir de forma direta e poderosa na criação. 

Ao longo do livro, a soberania de Deus também é vista em sua administração sobre os eventos da história. Ele escolhe Abraão para formar um povo santo e promete que, através dele, todas as nações seriam abençoadas. Mesmo em circunstâncias adversas – como a fome que leva Jacó e sua família ao Egito, a esterilidade de Sara, ou o mal feito a José por seus irmãos – Deus transforma situações humanas para cumprir seus planos divinos. Gênesis mostra que nada escapa ao controle de Deus e que Ele trabalha para trazer à tona sua vontade perfeita, mesmo diante do pecado e das falhas humanas. 

A natureza do homem: Gênesis explora profundamente a condição do ser humano, começando com sua criação à imagem e semelhança de Deus (Gênesis 1:26-27). Isso confere ao homem uma posição única na criação, com capacidades de raciocínio, criatividade, moralidade e relacionamento com Deus. No entanto, essa dignidade é ofuscada pelo pecado, que entra no mundo através da desobediência de Adão e Eva (Gênesis 3). A queda marca a separação do homem de Deus e a corrupção de sua natureza, resultando em vergonha, medo e sofrimento.

O livro mostra como o pecado afeta não apenas os indivíduos, mas também a sociedade como um todo. O assassinato de Abel por Caim (Gênesis 4) e a crescente maldade da humanidade antes do dilúvio (Gênesis 6) demonstram a extensão do impacto do pecado. No entanto, a narrativa também revela a capacidade humana de arrependimento e obediência, como visto na fé de Abraão, na perseverança de Noé e na reconciliação entre José e seus irmãos. Gênesis nos lembra que, embora o pecado seja uma realidade devastadora, Deus oferece redenção e restauração àqueles que confiam Nele.

Plano de Redenção: Desde o início, Gênesis aponta para o plano de redenção de Deus. Após a queda, Deus faz a primeira promessa messiânica em Gênesis 3:15, onde Ele declara que a semente da mulher esmagará a cabeça da serpente. Essa promessa é um vislumbre do redentor que viria para derrotar o pecado e restaurar a humanidade ao seu relacionamento com Deus.

O plano de redenção é progressivamente revelado através das alianças que Deus faz com os patriarcas. A aliança com Noé, após o dilúvio, não apenas promete nunca mais destruir a terra com água, mas também reafirma o compromisso de Deus com a humanidade. A aliança com Abraão é ainda mais significativa, pois inclui a promessa de um descendente por meio do qual todas as nações seriam abençoadas (Gênesis 12:3). Essa promessa é repetida a Isaque e Jacó, destacando que o plano redentor de Deus é ininterrupto, mesmo diante das falhas humanas.

Alianças como Expressão da fidelidade Divina: As alianças são temas recorrentes em Gênesis e representam o compromisso de Deus com a humanidade. Elas são expressões da graça divina, pois Deus toma a iniciativa de estabelecer relacionamentos e fazer promessas, mesmo quando os seres humanos não são merecedores. As alianças de Gênesis incluem:

<> A Aliança com Noé (Gênesis 9:8-17): Após o dilúvio, Deus promete nunca mais destruir a terra com água, usando o arco-íris como símbolo de sua fidelidade. Essa aliança destaca a paciência de Deus com a humanidade e sua intenção de preservar a criação, apesar do pecado.

<> A Aliança com Abraão (Gênesis 12, 15 e 17): Deus promete fazer de Abraão uma grande nação, dar-lhe a terra de Canaã e abençoar todas as famílias da terra através de sua descendência. A aliança inclui o sinal da circuncisão, que marca o povo escolhido de Deus.

<> A Aliança com Jacó (Gênesis 28:10-15): Deus reafirma as promessas feitas a Abraão e Isaque, garantindo a Jacó que sua descendência herdará a terra prometida e será uma bênção para as nações.

Essas alianças não apenas moldam a história do povo de Israel, mas também apontam para o cumprimento final da redenção em Cristo, que é o descendente prometido em Gênesis.

 

3. MENSAGEM CENTRAL

A mensagem central de Gênesis é a soberania de Deus como Criador, Sustentador e Redentor, que inicia seu plano de redenção para a humanidade caída e estabelece sua aliança com um povo escolhido.

O livro revela que Deus é o Criador de tudo o que existe e que tudo foi feito de maneira boa e intencional (Gênesis 1-2). Ele tem autoridade absoluta sobre a criação e a história, conduzindo todos os eventos de acordo com seus propósitos. Mesmo com a entrada do pecado no mundo (Gênesis 3), Deus permanece fiel ao seu plano de restaurar a humanidade e reconciliá-la consigo mesmo.

Essa mensagem é demonstrada por meio de vários eventos e personagens que ilustram a relação entre Deus e o homem. Adão e Eva mostram a queda e suas consequências, mas também a promessa da redenção (Gênesis 3:15). Noé e o dilúvio revelam a justiça de Deus contra o pecado, enquanto sua misericórdia preserva a humanidade. Abraão, Isaque, Jacó e José mostram como Deus escolhe e guia um povo específico para realizar sua promessa de bênção universal.

Em sua essência, Gênesis nos ensina que Deus é um Deus relacional, que busca restaurar o relacionamento quebrado com sua criação, trabalhando de forma soberana, misericordiosa e fiel para cumprir suas promessas. Esse plano redentor, iniciado em Gênesis, encontra seu clímax na pessoa de Jesus Cristo, a "descendência" prometida que traria salvação ao mundo.

 

4. DIVISÕES PRINCIPAIS

O livro de Gênesis está dividido em 50 capítulos e pode ser organizado em duas partes principais:

 

 Origem da Humanidade

Gênesis 1–11

 

<> Criação  

Gênesis 1 - Deus cria o universo e tudo o que nele há, enfatizando o poder da Palavra de Deus (“E disse Deus”), onde cada dia da criação revela um aspecto da ordem divina. 

Gênesis 2 - A criação do homem e da mulher é o ápice da obra criadora, sendo feitos à imagem e semelhança de Deus, focando no relacionamento pessoal de Deus com o homem, mostrando o cuidado na criação de Adão e Eva e destacando a responsabilidade deles sobre a criação.

 

<> A Queda:

Gênesis 3 - Adão e Eva desobedecem a Deus, introduzindo o pecado no mundo e com isso traz consequências como a separação espiritual, maldição sobre a terra e a expulsão do Éden. Apesar do pecado, Deus promete um redentor em Gn 3.15, conhecido como “Protoevangelho” (a primeira promessa do evangelho).

 

<>  Aumento da maldade e o dilúvio:

Gênesis 4-9 - Caim mata Abel, e a maldade da humanidade cresce rapidamente demonstrando como o coração do homem estava afastado de Deus. 

A corrupção da humanidade leva Deus a enviar o dilúvio, mas Deus então preserva Noé, sua família e os animais através da arca. Após o dilúvio, Deus estabelece um pacto com Noé, simbolizado pelo arco-íris.

 

<> A Torre de Babel:

Gênesis 10-11 - A humanidade tenta construir uma torre para alcançar os céus, e Deus interfere, confundindo as línguas e dispersando os povos pela terra.

 

Patriarcas e a Origem do Povo de Deus

Gênesis 12-50

<> Abraão

Gênesis 12–25: Deus chama Abraão para ser pai de uma grande nação e faz com ele uma aliança, onde sela essa aliança com a promessa de um filho, e essa promessa foi cumprida com o nascimento de Isaque. 

 

<> Isaque

Gênesis 26–27: Isaque herda a aliança de Abraão e sua vida é marcada pela obediência e pela passagem da aliança para a próxima geração. Isaque tem dois filhos: Esaú e Jacó.

 

<> Jacó

Gênesis 28–36: Jacó, mais tarde chamado de Israel, torna-se pai das 12 tribos de Israel. Encontramos aqui também Histórias marcantes como, o sonho da escada, o casamento com Lia e Raquel, e sua luta com Deus.

 

<> José

Gênesis 37–50: José, vendido como escravo por seus irmãos, torna-se governador do Egito, e a família de Jacó se muda para o Egito, onde cresce como nação.

  

5. RELAÇÃO COM OUTROS LIVROS

O livro de Gênesis é a base sobre a qual todo o restante das Escrituras se apoia. Muitos temas, eventos e personagens apresentados em Gênesis são retomados e desenvolvidos em outros livros da Bíblia, criando um fio condutor que aponta para a redenção em Cristo. A seguir, analisamos as principais conexões:

 

A Criação e o Verbo Eterno

João 1:1-3 

"No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por Ele, e, sem Ele, nada do que foi feito se fez."

Em Gênesis 1, a criação do universo é atribuída a Deus, que "disse" e tudo passou a existir. No Evangelho de João, o "Verbo" (Jesus Cristo) é identificado como o agente ativo na criação. Isso reforça que Jesus é eterno e plenamente Deus, presente "no princípio" como o Criador de todas as coisas.

<> Relação e entendimento:

O uso da expressão "no princípio" conecta diretamente João 1 a Gênesis 1, mostrando que o mesmo Deus que criou o universo é aquele que se manifestou em Cristo para redimir sua criação.

João enfatiza que Jesus é o Verbo (a Palavra viva), destacando a autoridade e o poder de sua voz na criação. Esse mesmo Verbo veio ao mundo para recriar o que o pecado havia destruído.

 

A Queda de Adão e a Redenção em Cristo

Romanos 5:12-19 

"Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram."

O apóstolo Paulo faz uma comparação entre Adão e Cristo, mostrando que Gênesis 3 (a queda) é fundamental para entender a condição humana e a obra redentora de Cristo. Adão, como o primeiro homem, trouxe o pecado e a morte à humanidade. Cristo, o "último Adão" (1 Coríntios 15:45), trouxe a justificação e a vida eterna para todos os que creem.

<> Relação e entendimento:

Gênesis nos apresenta o pecado original, explicando a origem da corrupção no mundo. Sem essa base, seria impossível compreender a necessidade de um Salvador.

Romanos 5 destaca que, assim como o pecado entrou por um homem, a salvação também foi proporcionada por um homem — Jesus Cristo, o Filho de Deus.

A obediência de Cristo na cruz reverteu as consequências da desobediência de Adão. Onde o primeiro homem falhou, o "homem celestial" triunfou.

 

A Fé dos Patriarcas

Hebreus 11 

"Pela fé, Abraão, quando chamado, obedeceu, indo para um lugar que havia de receber por herança; e saiu, sem saber para onde ia."

O capítulo 11 de Hebreus é conhecido como o "hall da fé" e destaca os patriarcas apresentados em Gênesis — Abraão, Isaque, Jacó e José. Esses homens viveram em obediência e confiança nas promessas de Deus, mesmo sem ver o cumprimento delas em sua totalidade.

<> Relação e entendimento:

Abraão confiou na promessa de que seria pai de muitas nações (Gênesis 12:1-3), ainda que fosse velho e sem filhos. Ele se tornou o modelo de fé para todos os crentes.

Isaque e Jacó herdaram as mesmas promessas e continuaram confiando em Deus, mesmo em meio a desafios.

José demonstrou fé inabalável em Deus, mesmo enfrentando rejeição e adversidade. Ele reconheceu que tudo o que aconteceu em sua vida fazia parte do plano divino (Gênesis 50:20).

Hebreus reforça que a fé demonstrada pelos patriarcas é um exemplo de como devemos viver hoje: confiando nas promessas de Deus, mesmo quando não vemos os resultados imediatos.

 

6. APLICAÇÃO PRÁTICA

 

Reconhecer Deus como Criador e Sustentador

A criação em Gênesis nos convida a reconhecer Deus como o Criador de tudo e Sustentador da vida. Essa verdade nos leva a cultivar gratidão, adoração e responsabilidade em relação ao mundo ao nosso redor colocando em prática.

<> Adoração: Inclua em suas orações o reconhecimento da grandeza de Deus como Criador (Sl 95:1-7). Por exemplo: "Senhor, te louvo porque fizeste os céus, a terra e tudo o que há neles. Tudo revela tua glória e poder."

<> Cuidado com a criação: Seja responsável pelo meio ambiente, cuidando da natureza e evitando desperdícios, lembrando que fomos designados para "cultivar e guardar" a terra (Gênesis 2:15).

<> Gratidão pela vida: Valorize cada dia como um presente de Deus, buscando enxergar sua bondade em todas as coisas criadas.

 

Reconhecer e Confrontar o Pecado

A queda de Adão e Eva (Gênesis 3) nos ensina que o pecado traz separação de Deus, mas também nos mostra a graça divina em sua promessa de redenção. Aplicar esse ensinamento significa reconhecer nossas falhas e buscar viver uma vida em santidade. Como colocar isso em prática:

<> Confissão e arrependimento: Examine sua vida regularmente e confesse seus pecados a Deus (1 João 1:9), pedindo perdão e força para viver em obediência.

<> Evite justificar erros: Em vez de buscar desculpas para suas falhas, reconheça a necessidade de transformação por meio do Espírito Santo.

<> Fuja das tentações: Assim como Eva foi enganada pela serpente, esteja atento às estratégias do inimigo e fuja do que pode levar ao pecado (2 Timóteo 2:22).

 

Confiança na Soberania de Deus

A história de José (Gênesis 37-50) é um exemplo poderoso de como Deus pode transformar o mal em bem. Mesmo em meio a adversidades, ele manteve sua fé na soberania de Deus. Como colocar em prática:

<> Confie nos planos de Deus: Mesmo quando as circunstâncias parecem difíceis, lembre-se de que Deus está no controle. Declare a verdade de Gênesis 50:20: “Vocês planejaram o mal contra mim, mas Deus o tornou em bem.”

<> Espere no tempo de Deus: Seja paciente, sabendo que Deus age no momento certo. Use tempos de espera para crescer em fé e maturidade.

<> Aja com integridade: Assim como José manteve sua fidelidade em cada situação (como na casa de Potifar e na prisão), viva com honestidade e retidão, independentemente das circunstâncias.

 

Viver pela Fé e Obediência

Abraão é o maior exemplo de fé em Gênesis, demonstrando confiança em Deus ao sair de sua terra sem saber para onde ia e ao estar disposto a sacrificar Isaque. Esse tipo de fé e obediência deve ser uma marca em nossa vida. Como colocar em prática:

<> Confie nas promessas de Deus: Mesmo quando as respostas parecem distantes, lembre-se de que Deus é fiel para cumprir o que prometeu.

<> Obedeça sem hesitar: Quando sentir que Deus está te chamando para algo, aja sem questionar, assim como Abraão fez. Por exemplo, sirva na igreja, ajude alguém em necessidade ou tome decisões com base na Palavra.

<> Cresça na fé: Leia e medite nas Escrituras diariamente para fortalecer sua confiança em Deus.

 

Valorize o Relacionamento com Deus

Desde o Éden, Deus sempre buscou um relacionamento próximo com o ser humano. Mesmo após a queda, Ele chamou Adão, conversou com Abraão e guiou os patriarcas. Esse convite para uma relação íntima com Deus continua hoje. Como colocar em prática:

<> Cultive uma vida de oração: Separe tempo diário para falar com Deus, apresentando suas necessidades e também ouvindo sua voz.

<> Leia a Bíblia regularmente: Estude a Palavra para conhecer mais de Deus e seu caráter. Gênesis mostra como Ele é fiel, justo, amoroso e misericordioso.

<> Busque a santidade: Ande em comunhão com Deus, afastando-se do pecado e buscando agradá-lo em tudo o que faz.

 

Construir e Valorizar Relacionamentos

Gênesis apresenta histórias familiares complexas, como as tensões entre Caim e Abel, Isaque e Ismael, Jacó e Esaú, e José e seus irmãos. Essas narrativas nos ensinam a importância do perdão, da reconciliação e do amor nos relacionamentos. Como colocar em prática:

<> Perdoe rapidamente: Não guarde rancor ou amargura. Siga o exemplo de José, que perdoou seus irmãos, apesar do que fizeram.

<> Reconcilie-se: Busque consertar relacionamentos quebrados, tomando a iniciativa, se necessário, para restaurar a paz.

<> Ame e sirva sua família: Valorize os relacionamentos dentro do lar, sendo um exemplo de amor, paciência e bondade.

 

Ser uma Bênção para as Nações

A promessa feita a Abraão (Gênesis 12:2-3) de que ele seria uma bênção para todas as nações se aplica a nós hoje, como filhos da fé. Somos chamados a viver de forma que glorifique a Deus e abençoe aqueles ao nosso redor. Como colocar em prática:

<> Compartilhe o evangelho: Leve a mensagem de salvação às pessoas em sua comunidade e além.

<> Seja luz no mundo: Demonstre os frutos do Espírito (Gálatas 5:22-23) em suas ações, mostrando aos outros o caráter de Cristo.

<> Invista em boas obras: Sirva sua igreja, apoie missões ou ajude os necessitados como expressão do amor de Deus.

 

7. CONCLUSÃO

O livro de Gênesis não é apenas um relato de origens, mas também uma introdução ao plano de Deus para redimir a humanidade. Ele mostra como Deus opera de forma soberana e amorosa na história, desde a criação até o estabelecimento do seu povo escolhido.

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